Soneto 6 – Shakespeare

ReproduzirReproduzir

Then let not winter’s ragged hand deface

Sonnet 6 – by William Shakespeare.

Os sonetos 5 e 6 fazem parte de um todo e podem ser melhor compreendidos se lidos na sequência. Para ouvir o soneto 5, acesse PodCast Observatório.

Leia os Sonetos de Shakespeare

Soneto 3 – William Shakespeare

ReproduzirReproduzir

Sonnet 3

(by William Shakespeare)

3

Look in thy glass and tell the face thou viewest,
Now is the time that face should form another,
Whose fresh repair if now thou not renewest,
Thou dost beguile the world, unbless some mother.

For where is she so fair whose uneared womb
Disdains the tillage of thy husbandry?
Or who is he so fond will be the tomb,
Of his self-love to stop posterity?

Thou art thy mother’s glass and she in thee
Calls back the lovely April of her prime,
So thou through windows of thine age shalt see,
Despite of wrinkles this thy golden time.

But if thou live remembered not to be,
Die single and thine image dies with thee.

 

Leia os Sonetos de Shakespeare

Seresta Sertaneza – Música

Seresta Sertaneza

Elomar Figueira Melo
por Wisley Vilela

Nos raios de luz de um beijo puro
me estremeço e eis-me a navegar
por cerúleas regiões
onde ao avaro e ao impuro não é dado entrar
tresloucado cavaleiro andante
a vasculhar espaços
de extintos ceus
num confronto derradeiro
venci prometeu, anjo do mal
o mais cruel
acusador de meus irmãos
Nestes mundos dissipados
magas entidades dotam o corpo meu
de poderes encantados
mágicos sentidos
na razão dos céus
pois cindir o espaço e o tempo
vencer as tentações rasteiras
do instinto animal
só é dado a quem vê no amor
o único portal
Através de infindas sendas
vias estelares um cordel de luz
trago atado ao umbigo ainda
pois não transmudei-me ao reino dos cristais
apois Deus acorrentou os sábios
na prisão escura das três dimensões
e escravizados desde então
a serviço dos maus
vivem a mentir
vivem a enganar
a iludir os corações
Visitante das estrelas
hóspede celeste visões ancestrais
me torturam pois ao tê-las
quebra o encanto e torno ao mundo de meus pais
à minha origem planetária
enfrentar a mansão da morte do pranto e da dor
donzela fecha esta janela
e não me tentes mais

Salvos os golfinhos, salvemos os humanos

Cenas assim fazem a gente acreditar que a raça humana ainda é essencialmente boa. Salvar vidas faz bem, os golfinhos que o dissessem. Ajudar o próximo, bicho ou gente, é ajudar a si mesmo.