Those Hours – Sonnet 5

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Those hours that with gentle work did frame

By William Shakespeare

 

Those hours that with gentle work did frame

The lovely gaze where every eye doth dwell

Will play the tyrants to the very same,

And that unfair which fairly doth excel:

For never-resting time leads summer on

To hideous winter and confounds him there,

Sap checked with frost and lusty leaves quite gone,

Beauty o’er-snowed and bareness every where:

Then were not summer’s distillation left

A liquid prisoner pent in walls of glass,

Beauty’s effect with beauty were bereft,

Nor it nor no remembrance what it was.

But flowers distilled though they with winter meet,

Leese but their show, their substance still lives sweet.

 

Leia os Sonetos de Shakespeare

Romanza

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“Romance Anônimo” é uma peça para violão acústico também conhecida como Estudo em Mi, de Rovira, Romance Espanhol, Romance da Espanha, Romance de Amor, Romance do Violão, Romanza e Romance d’Amour, dentre outros nomes.

Sua origem e autoria são debatíveis. Imagina-se que era originalmente uma peça solo para violão instrumental, do século XIX.  Sua autoria tem sido atribuída a Antônio Rovira, David Del Castillo, Francisco Tárrega, Fernando Sor, Daniel Fortea, Miguel Llobet, Antonio Cano, Vicente Gómez e a Narciso Yepes. “Anônimo” foi incorporado ao nome da peça ao longo dos anos devido à incerteza sobre o real compositor. A questão da autoria talvez se tenha propagado por três razões principais: o autor não reivindicou a autoria; a autoria não foi reivindicada para evitar o pagamento das taxas de registro de direitos autorais; a avidez das companhias de publicação musical de reivindicar os direitos sobre essa peça mundialmente famosa.

O estilo musical da peça é a música de câmara do final do século XIX na Espanha e na América do Sul, com três partes: a primeira em tom menor, a segunda em tom maior e a terceira a repetição da primeira.*

Texto extraído da Wikipedia e traduzidor por Wisley Vilela.

*O arranjo no vídeo inclui a repetição da última parte em tonalidade maior, além dos movimentos já descritos.

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… e ao violão

Seresta Sertaneza – Música

Seresta Sertaneza

Elomar Figueira Melo
por Wisley Vilela

Nos raios de luz de um beijo puro
me estremeço e eis-me a navegar
por cerúleas regiões
onde ao avaro e ao impuro não é dado entrar
tresloucado cavaleiro andante
a vasculhar espaços
de extintos ceus
num confronto derradeiro
venci prometeu, anjo do mal
o mais cruel
acusador de meus irmãos
Nestes mundos dissipados
magas entidades dotam o corpo meu
de poderes encantados
mágicos sentidos
na razão dos céus
pois cindir o espaço e o tempo
vencer as tentações rasteiras
do instinto animal
só é dado a quem vê no amor
o único portal
Através de infindas sendas
vias estelares um cordel de luz
trago atado ao umbigo ainda
pois não transmudei-me ao reino dos cristais
apois Deus acorrentou os sábios
na prisão escura das três dimensões
e escravizados desde então
a serviço dos maus
vivem a mentir
vivem a enganar
a iludir os corações
Visitante das estrelas
hóspede celeste visões ancestrais
me torturam pois ao tê-las
quebra o encanto e torno ao mundo de meus pais
à minha origem planetária
enfrentar a mansão da morte do pranto e da dor
donzela fecha esta janela
e não me tentes mais